Nas profundezas sombrias da masmorra, jazem incontáveis ruínas antigas e tesouros esquecidos. Aqui, o estranho e o deformado, os objetos amaldiçoados... abismos insondáveis, cavernas subterrâneas, deu
— Isso é um problema, o nível de perigo deste espaço amaldiçoado provavelmente chegou ao 'grau A'. Sem aquele garoto, não duvido que vamos acabar mortos aqui...
— Chefe, o senhor diz que havia uma ruína subterrânea no Distrito D33, que nem o Sindicato dos Caçadores registrou. Mas esse maldito casarão ainda por cima é um raro 'espaço amaldiçoado de grau A'. Quem é esse garoto, afinal? O que ele veio fazer aqui?
— Para que os poderosos do núcleo da cidade o banissem e ainda colocassem uma recompensa para eliminá-lo de vez, ele certamente não é alguém comum. Uma pena... Eu queria descobrir algum segredo antes de matá-lo, por isso o seguimos tanto tempo. Mas acabamos nos metendo numa encrenca...
— Ei... parece que ainda está vivo.
...
Sufocando, respirando com dificuldade como quem desperta de um pesadelo de afogamento, Suren abriu os olhos de repente.
Ele arfava, o forte sentimento de asfixia finalmente começando a se dissipar.
Seu olhar lentamente se concentrou: era um quarto desconhecido.
— Onde estou...? — Suren tentou se levantar, mas percebeu que estava firmemente amarrado a uma cadeira de madeira, totalmente imóvel.
O cheiro intenso de sangue invadiu suas narinas, e ao examinar sua situação, percebeu o quão ruim era. Sua camisa de linho branco estava manchada de sangue em vários pontos; havia cortes profundos na pele. O mais aterrador, porém, era ver suas palmas das mãos presas por lâminas afiadas, cravadas nos braços da cadeira, de onde o sangue escorria em fluxo constante.
A dor lancinan