Após reencarnar em Daming, acabei confundindo Chongzhen com meu primo. Desde então, passei a levar o primo comigo para ganhar dinheiro e fortalecer o país ao mesmo tempo. Tem gente chamada de mercador
No primeiro mês do reinado de Chongzhen.
No início do décimo segundo mês lunar, o vento cortante fazia os funcionários e o povo da capital permanecerem recolhidos em casa, sem ousar sair. Fora dos muros, quase não se via alma viva; apenas uma pequena casa de chá à beira da estrada oficial ainda soltava finas espirais de fumaça.
— Ah, desgraça do céu, desgraça dos homens, que dia de cão... é hora de fugir.
O rapaz praguejava enquanto raspava o gelo e o lançava na fornalha.
Parecia ter dezesseis ou dezessete anos, com feições belas e um ar fora do comum. Mesmo encolhido sob roupas grossas de inverno, continuava elegante e gracioso.
Chamava-se Hu Yunqing. Era um homem dos tempos modernos que atravessara para esse mundo e já vivia na Grande Ming havia quase dois anos.
Agora, depois da morte do pai, era ele o dono daquela casa de chá.
Dentro dela, além dele, só havia um grande cachorro amarelo, que saíra antes do amanhecer e ninguém sabia se voltaria.
Com esse frio, até gente que saísse podia morrer congelada na rua, quanto mais um cão.
Felizmente, na vida anterior, Hu Yunqing, ainda criança, aprendera alguns anos de medicina tradicional com o avô; depois que o velho morreu, ao crescer, acompanhara os pais em estudos fora de casa e, nas férias, ajudava o pai em serviços de reforma e acabamento.
Na faculdade, fizera um curso de design, daqueles nem bons nem ruins. Assim, ao longo daquele ano e pouco, valendo-se dos conhecimentos da vida passada e de um punhado de habilidades médicas modestas, ele tratava os moradores