O brilho suave do crepúsculo embriaga levemente.

O brilho suave do crepúsculo embriaga levemente.

Autor: Segurando o pincel, escrevo com a leveza dos fogos de artifício.
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Verão do Norte abriu a porta e ficou completamente paralisado.
A luz do sol atravessava os vidros da janela do chão ao teto, lançando feixes resplandecentes onde dançavam partículas de pó. No meio daquele brilho cintilante, Pensamento de Neve estava ali, como um anjo, como uma fada, pura e sedutora ao mesmo tempo.
Era difícil imaginar como delicadeza e encanto podiam coexistir numa só pessoa, mas Pensamento de Neve era assim: seus olhos fascinantes irradiavam um magnetismo sensual, enquanto o rosto, florido e radiante, exibia uma beleza incomparável e serena.
Ela quase não vestia nada, reclinada no colo de um rapaz loiro igualmente nu. As mãos dele repousavam sobre o peito alvo dela; pior ainda, Pensamento de Neve pendurava os braços no pescoço do rapaz, inclinando-se para beijar-lhe os lábios a todo instante.
Outro rapaz de cabelos castanhos, também despido, segurava os pés de Pensamento de Neve, despindo-lhe as meias; ou, melhor dizendo, os pés dela acariciavam a coxa do rapaz castanho.
Atrás do sofá, uma jovem loira nua brincava com os cabelos do rapaz castanho, enquanto seu busto roçava suavemente o ombro de outro rapaz; este, por sua vez, acariciava o ombro e o braço perfumados de Pensamento de Neve.
Ninguém se importou com a chegada de Verão do Norte, ele era como o ar: invisível, incolor, fora do alcance dos olhares.
— Saíam daqui! Todos, saíam daqui! Esta é a minha casa! — Verão do Norte explodiu de raiva, o grito rasgando-lhe a voz, um rugido desesperado de leão.
Pei Nuvem também se assustou, quase caindo ao chão; ela nunc

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